Banco Inter apresenta modernidade de pagamento

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Uma publicação do presidente do Banco Inter, João Vítor Menin, fez barulho. A publicação mostrava um novo formato de pagamentos para pessoa jurídica. O vídeo mostrava que é possível fazer pagamento mesmo sem usar o cartão na maquininha. Mas só é permitido por conta da tecnologia NFC de um celular. O presidente ainda disse que trabalha para revolucionar os meios de pagamentos.

O vice-presidente, Alexandre Riccio, disse que até o último trimestre desse ano ou no primeiro do ano que vem, essa tecnologia estará ativa. Do mesmo modo, estão trabalhando arduamente nesse projeto. A forma de transação funcionará assim: baixando o aplicativo, ao realizar a transação colocar o valor, assim como, se vai ser no crédito ou débito. O cliente posiciona seu cartão frente a câmera, e a operação será realizada.

O Banco quer facilitar a vida de quem contrata o serviço e quer utilizar a maquininha no mesmo instante. É um crescimento bem significativo, atualmente é usado o QR Code. Todavia apenas os correntistas do banco conseguem usam essa forma de pagamento.

Modernidade

Outras empresas já estão tentando trazer essa ideia. Entretanto, o vídeo mostrado pelo presidente do banco não é totalmente exequível. Para fazer esse tipo de pagamento é preciso a tecnologia NFC. Porém, não são todos os usuários que tem a tecnologia no seu cartão. A princípio 30% da base vão estar com o cartão habilitado para usar a solução de pagamento. Smartphones que possuem Samsung Pay também é possível fazer o pagamento.

Ainda que exista essa limitação, o Banco Inter já está trabalhando para espalhar o pagamento por aproximação. Futuramente todos vão ter um cartão que tenha a tecnologia NFC, e a maquininha ficará no passado. Essa proposta mostrada é algo de valor bem diferente. 

A maquininha é algo do passado, não pelo seu hardware, mas por ser cara e não passar total segurança. Por isso, Riccio diz que vai eliminar boa parte do custo com essa nova forma de pagamento. De antemão, as taxas ainda não estão definidas, mas garantem que serão justas e competitivas com o mercado.

Assim também, o vice-presidente deseja capturar os clientes que possuem conta de Pessoa Jurídica no banco. Dando um exemplo de que se 1% de quem tiver PJs no Brasil estiver no Banco Inter, eles terão 1% de adquirência. Contando com PMEs e MEIs, o Banco Inter possui menos de 1% do mercado atualmente. 

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