Fechamento do Ibovespa e cotação do dólar desta segunda (19/08)

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Segunda-feira de disparada

A semana começa com a disparada do dólar a R$ 4,07 por leitura de que o Federal Reserve pode vir a dar início a um ciclo de baixa de juros. Segundo dados recentes, a inflação dos Estado Unidos mostra que apesar da desaceleração econômica global, o país continua com uma atividade forte.

O tom de dúvida sobre um Fed mais disposto a cortar os juros era reforçado nesta tarde por comentários do presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren. Mesmo não sendo membro votante do Fomc, as declarações de Rosengren aumentavam a ala dos que questionam a necessidade de concessão generosa de estímulos monetários pelo BC dos EUA.

Já os bancos centrais da China e Alemanha e até o Europeu (BCE) cogitam planejar redução de juros e medidas alternativas para aquecer e estimular a economia. Além de terem divulgado um plano de reforma das taxas de juros a Alemanha também enfatizou que tem “força fiscal” para aliviar a aceleração da economia.

O Estados Unidos segue sem estímulos para seguir o mesmo caminho depois do Presidente Donald Trump declarar que não está pronto para fazer um acordo com a china, mas que seu governo tem conversas “muito substanciais” com o país asiático, se referindo a guerra comercial.

Segundo Rosengren, não é porque outros países estão afrouxando suas políticas monetárias que os EUA também deveriam fazê-lo. Além disso, para ele, as condições monetárias já estão acomodatícias e a economia está em muito bom estado no momento.

“Estamos passando por um momento de ajuste técnico. O mercado está um pouco sem rumo, e isso tende a resultar em volatilidade diante dos sinais mistos vindo do exterior”, afirmou Fernando Bergallo, diretor de operações da assessoria de câmbio FB Capital.

No meio da tarde (15h38 horário de Brasília) o IBOVESPA caía 0,22% a 1,52% a R$4,0621 na compra e a R$4,0644 na venda, chegando ao maior número desde o mês de maio. Se espera para setembro, no dólar futuro, o avanço de 1,43% a R$4,069.

Mais cedo, o dólar chegou a cair a uma mínima de 3,9916 reais (-0,30%), com os mercados avaliando notícia de que o banco central da China apresentou uma importante reforma dos juros no sábado para ajudar a reduzir os custos de empréstimo para empresas e sustentar a economia, que vem sendo afetada pela guerra comercial com os EUA.

Ainda pensando em 2019 a Selic estará em 5% ao ano, no final de 2020 a estimativa se mantém em 5.5% ao ano, ao final de 2021 e 2022, a previsão segue em 7%ao ano.

Segundo pesquisas a previsão para 2020 também subiu de 2,1% para 2,2%. Em 2021 e quando falamos de mercado de juros futuros a cotação sobe sete pontos-base a 5,46% para janeiro de 2021, logo depois o DI prevê crescimento de nove pontos-base a 6,44% para o início de 2023, 2022 não houve alterações nas estimativas: 2,5%

 

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