Fechamento do Ibovespa e cotação do dólar desta sexta (09/08)

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No encerramento desta serta-feira (09/08) a Ibovespa fechou em alta de 1,3%. As ações que mais subiram nos últimos cinco dias são de banco como o Itaú (+5%), responde por 10% da carteira de 66 ações. Outras que subiram também foram de frigoríficos como a BRF (+12,4%). 

A semana acabou e ficou marcada pela hegemonia do corporativo. Conseguindo ofuscar a guerra que está acontecendo entre Estados Unidos e China no comércio. Sendo a principal razão a queda do Dow Jones em 0,8%.

O volume financeiro negociado de R$ 17,058 bilhões. A bolsa obteve queda de 0,11%. Essa queda se obteve pois os Estados Unidos estão segurando licenças a Huawei. Fazendo com que a China suspendeu a compra de grãos. Trump disse que os EUA não estão prontos para fazer acordo com a China. Também não vão mais fazer negócios com as empresas tecnológicas. 

O dólar teve mais um dia que avançou o,39%, com a compra ficando R$ 3,9395. Enquanto a venda ficou na casa dos R$ 3,942. Posteriormente o dólar futuro com vencimento em setembro sobe 0,52% a R$ 3,948. O ganho do dólar ficou sobre 2,56% em cima do real. 

Sobre a reforma da Previdência, Tasso Jereissati, comentou que está animado com o texto aprovado na Câmara dos Deputados e que agora está no Senado. Enquanto Simone Tebet diz que pode haver 49 votos pró-reforma dentro do Senado. 

Ações, lucros e quedas

A Rede D’Or São Luiz anunciou sua compra das ações da Qualicorp, cerca de 10%. 

A B3 registrou seu lucro de R$ 654,8 milhões e atribuiu ao seus acionistas. Isso ocorrendo em seu segundo trimestre. Porém, teve uma queda de 9,6% em relação a este período do ano passado. Ocorrendo por conta do alto preço da ação. 

A Suzano, que é produtora de celulose, obteve lucro de R$ 700 milhões neste segundo trimestre. Todavia reverteu o prejuízo que havia obtido na mesma época do ano passado. Divulgado também a redução de seus investimos, que este ano ultrapassou de R$ 6,4 bilhões para R$ 5,9 bilhões.

A CVC conseguiu recuperar todo o prejuízo que havia obtido com a crise da Avianca. Com o lucro de 16,9%, a R$ 41,1 milhões. 

A CCR, concessionária também registrou lucro. Com a alta de 25,1% sobre o mesmo período do ano anterior, o lucro foi em torno de R$ 347,7 milhões. A triunfo obteve uma piora de 155%, com o prejuízo subindo a R$ 103 milhões.

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