Fechamento do Ibovespa e cotação do dólar desta terça (13/08)

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Investidores ficaram animados nesta terça-feira (13/08) após o Ibovespa fechar em alta. China anunciou a notícia que em duas semanas vai arranjar uma solução para encerrar guerra comercial com Estados Unidos. Do mesmo modo os EUA adiou para dezembro a tarifação de produtos chineses. 

Entre os produtos estariam inclusos eletrônicos, brinquedos, roupas e calçados. Trump disse que taxaria US$ 300 bilhões, e essas mercadorias que foram adiadas a tarifação correspondiam a US$ 40 bilhões. 

Além disso, o Ibovespa teve alta de 3,36% a 103.299 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 18,152 bilhões. O dólar obteve queda, com o registro de 0,42%. Na compra estava no valor de R$ 3,9656 e na venda de R$ 3,9669. O dólar futuro, com vencimento para setembro, caiu 0,45% a R$ 3,974.

Devido a repercussão de Alberto Fernández e Cristina Kirchner, houve queda na bolsa. Jair Bolsonaro havia apostado todas suas fichas em Mauricio Macri a reeleição. Todavia com esse resultado é preciso montar um plano B para o governo, que não será nada fácil no país vizinho. 

Sobre a economia do mercado brasileiro, Paulo Guedes, ministro da economia, pede calma com o governo do Bolsonaro. O ritmo da atividade econômica contamina o mercado financeiro e preocupa. Guedes pediu para dar uma chance e esperar quatros anos. Bem como ter paciência e trabalhar junto ao Brasil. 

Pânico Argentino

Com a vitória quase dada a Fernández e Kirchner, o mercado argentino está temeroso. O principal índice da Bolsa de Buenos Aires, Merval, obteve uma queda de 37,9% ontem. Porém, nesta terça-feira (13/08) subiu 10% e recuperou partes das perdas. Por conta deste primeiro resultado, a política econômica do governo do atual presidente está em cheque, junto ao acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Do mesmo modo, temem as medidas intervencionistas, muito usado por Kirchner em seu governo, regressem. Uma das medidas era controle de acesso ao dólar e concessão de subsídios, como transporte e energia. Os bancos já consideram vitória kirchnerista. Achando quase irreversível para Macri. 

O acordo firmado, em julho pelos membros do Mercosul, faz com que o Brasil não dependa da Argentina para colocar seu tratado de livre-comércio com a União Europeia. Após a assinatura do acordo e o aval do Parlamento Europeu, as regras tarifárias vão valer somente para quem obtiver assentimento do seu Congresso. 

Antes um acordo comercial negociado pelo Mercosul não poderia entrar em vigor. Pois, era preciso passar pelas casas legislativas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Essa medida deixou o Brasil mais seguro. Afinal, cada vez mais que se aproxima, a chapa de oposição de Alberto Fernández e Cristina Kirchner, tem forte chance de vitória.

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