Peso argentino em queda próximo a eleição; Atrito entre Trump e China continua

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Os resultados primários da eleição que acontece em outubro na Argentina, fez o mercado reagir negativamente. A chapa formada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner ficaram a frente do atual presidente Mauricio Macri. Então, com 47% do apoio dos argentina a dupla Fernández e Kirchner estão a frente. Macri ficou com 32% dos votos.

Entretanto o governo de Cristina, de 2007 a 2015, foi o que afundou a economia argentina. Até hoje não conseguiram sair desta crise que assola o país. Deste modo os investidores estão preocupados, por ter sido um governo marcado pela estatização de empresas e manipulação de dados oficiais.

O efeito causado por essa pesquisa foi instantâneo. O peso argentino chegou a valer 59 por dólar. Caindo mais de 30% somente hoje (12/08). Na sexta-feira (09/08) a moeda havia sido fechada em 45,25 pesos por dólar. O CDS argentino, que é um indicador para se evitar calote de outros países, ficou disparado hoje. Além disso, ultrapassou os 1800 pontos, e na sexta-feira havia fechado com 1030 pontos. 

Bolsa Argentina

Merval despencou 10,92% próximo ao meio-dia, para 39,512 pontos. A estatal dedicada à exploração de petróleo, YPF, perdeu 9,21%. Enquanto as as ações do Mercadolibre também tiveram recuo de 10,52%.

O Banco Macro e o Grupo Financiero Galicia, lideram as baixas. Com as ações caindo em 33% e 40%, respectivamente. Morgan Stanley para underweight foi quem deu a recomendação rebaixada. Os papéis do Banco Macro nos Estados Unidos derretiam. Negociados na NYSE caíram 48,69%. Os papéis da YPF e Telecom Argentina desceram 30% na bolsa americana. Enquanto o Grupo Financiero Galicia via seus ADRs chegando a cair até 60%.

Pelo Mundo

A guerra entre Estados Unidos e China ainda continua. O Ibovespa já obteve queda nesta segunda-feira (12/08). O Banco do Povo da China, definiu o yuan em 7,0211 por dólar. Entretanto o preço ficou acima previsto pelo mercado, mas com uma cotação mais fraca que a sexta-feira (12/08).

Trump disse que ainda não está pronto para negociar com a China. Além disso, afirmou também, que com a moeda desvalorizada o país asiático tem mais vantagens nas negociações comerciais. A China suspendeu suas compras de produtos agrícolas dos EUA, como resposta. O ambiente político em Hong Kong está tenso. Aeroporto internacional cancelou seus voos devido aos fortes protestos. 

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